Biografia Vinicius de Moraes

Robert Nesta Marley, nascido a 6 de fevereiro de 1945, no vilarejo de Nine Miles, localizado no município de St.Ann, ao norte da ilha

Ludwig van Beethoven

Ludwig van Beethoven (1770-18270) para criar suas músicas despejava água gelada sobre a cabeça

Ouvir música faz bem ao coração, aponta pesquisa de cardiologistas

Música é a combinação de ritmo, harmonia e melodia, de maneira agradável ao ouvido.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Música Popular do Brasil


A Música Popular Brasileira (mais conhecida como MPB) é um gênero musical brasileiro. A MPB surgiu a partir de 1966, com a segunda geração da Bossa Nova. Na prática, a sigla MPB anunciou uma fusão de dois movimentos musicais até então divergentes, a Bossa Nova e o engajamento folclórico dos Centros Populares de Cultura da União Nacional dos Estudantes, os primeiros defendendo a sofisticação musical e os segundos, a fidelidade à música de raiz brasileira. Seus propósitos se misturaram e, com o golpe de 1964, os dois movimentos se tornaram uma frente ampla cultural contra o regime militar, adotando a sigla MPB na sua bandeira de luta.
Dizer que a música popular feita no Brasil é caracterizada por sua riqueza é repetitivo, mas é essencial para defini-la.
Sua história começa com os índios e com a música feita pelos jesuítas que aqui aportaram. Esse encontro entre a música dos jesuítas e a música dos indígenas é a pré-história da música popular do Brasil. A evolução desses ritmos primitivos, como o cateretê ou o cantochão, são ainda hoje tocados em festas populares.
A música popular do Brasil só se tornaria mais forte no final do século 17, com o lundu, dança africana de meneios e sapateados, e a modinha, canção de origem portuguesa de cunho amoroso e sentimental. Esses dois padrões, a influência africana e a européia, alternaram-se e combinaram-se das mais variadas e inusitadas formas durante o percurso que desembocou, junto a outras influências posteriores, na música popular dos dias de hoje, que desafia a colocação de rótulos ou classificações abrangentes.
Durante o período colonial e o Primeiro Império, além dos já citados lundu e modinha, também as valsas, polcas e tangos de diversas origens estrangeiras encontraram no Brasil uma nova forma de expressão.
Já no século 19 surgem os conjuntos de chorões, que adaptam formas musicais européias -como a mazurca, a polca e o scottisch- ao gosto brasileiro e à forma brasileira de se tocar essas construções. Surge então, a partir da brasileirização dessas formas, o choro, e firma-se novas danças, como o maxixe.
Outras duas coisas que ajudaram decisivamente o aparecimento da canção popular no Brasil foram o carnaval carioca e o gramofone. Pixinguinha, João da Baiana, Donga-autor de Pelo Telefone, primeiro samba gravado, em 1917-, foram grandes nomes nesse período, junto com os continuadores dos chorões.
O samba urbano só se firmaria na década de 30, época em que surge a primeira escola de samba, a Deixa Falar, fundada em 1929. Depois, com a popularização do rádio e do disco a música popular se consolidaria e chegaria ao mundo de opções musicais que hoje o Brasil possui.
Documentário revela a  conspiração americana para acabar com a MPB
O livro “ Fire Wood Operation” escrito por Neil Jackman, pesquisador musical e fez revelações estarrecedoras sobre uma conspiração estrangeira para exterminar a música Brasileira.
A partir dos anos 40, a música Brasileira começou a impressionar o mundo pelo seu potencial. Os sucessos de Ari Barroso, Carmem Miranda e Tom Jobim deixaram as corporações artísticas espantadas e com medo do Brasil dominar o mundo. A partir daí, foi criada uma corporação secreta com um único objetivo: destruir a música brasileira.




Festivais da Música Popular Brasileira


Festival da Música Popular Brasileira foi uma série de programas transmitidos por algumas emissoras de televisão brasileira (TV Excelsior, TV Record, TV Rio, Rede Globo) entre os anos de 1965 a 1985. Esses festivais consolidaram a música popular brasileira, além de revelar e consolidar grandes compositores e interpretes da nossa música (Elis Regina, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Geraldo Vandré, entre outros).










PROMOÇÃO CONFIRA!

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Como recuperar CDs e DVDs riscados sem dificuldades


Muitas vezes, depois de algum tempo de uso, CDs e DVDs acabam riscando e até chegam a ficar inutilizados.
Isso pode ocorrer por diversos motivos: manuseio incorreto, excesso de exposição, contato com sujeira, enfim, são vários os fatores.
Independente de como acontece, normalmente isso é um problema, pois podem gerar perdas irreparáveis de dados importantes. Para isso, o Baixaki agora dará a vocês, algumas dicas de como tentar recuperar estas mídias.

Importante
Deixamos claro que nem sempre este método aqui apresentado deverá funcionar completamente, portanto não nos responsabilizamos por possíveis danos que venham a ser causados nas mídias.

 

A primeira coisa a ser feita é lavar o CD/DVD com água e então deixá-lo escorrer um pouco antes de secá-lo com algo macio para não causar mais riscos.
Depois disso, apóie-o em algo firme (uma mesa ou uma pia, por exemplo) e então com uma pasta de dente (de preferência branca ou massa polidora fina de automóveis e aplique na mídia, desenhando círculos como se fosse um leitor, sempre fazendo pouca pressão.
Agora, pegue um pano macio e repita a operação, removendo o excesso de massa/pasta em seu CD/DVD. Então, leve-o até a pia e lave novamente com muito cuidado, retirando todas as possíveis sobras de pasta/massa. Finalizado este processo, seque-o bem e certifique-se de que não restou nenhum resíduo do produto ou de água.

Pronto! Apesar de ainda ser possível ver os riscos, você acabou a tentativa de recuperar sua mídia. Agora basta testá-la e ver se deu certo. Se sim, aproveite para fazer uma cópia de segurança, sempre mantendo a original guardada, pois a legislação brasileira permite a realização deste tipo de cópia desde que se possua a versão original.



 Ao manuseá-los, tome o seguinte cuidado: ao liberar o disco do estojo, segure-o sempre pelas bordas, evitando tocar na superfície espelhada do disco.
- Manchas e poeiras podem causar erros de leitura, que podem ser confundidos com problemas no próprio disco ou aparelho.

- Portanto, ao notar algum tipo de problema de reprodução, antes de qualquer outra ação, verifique se o disco está sujo.
- Armazene os discos horizontalmente e em local bem ventilado.
- Nunca utilize discos que apresentam rachaduras ou cortes. Isto pode danificar o aparelho.
- Use um pano bem macio e água com detergente neutro, para remover qualquer partícula de sujeira, pó ou digitais dos dedos.
- Quando limpar nunca limpe de maneira circular. Sempre do centro (furo) para a lateral em linha reta. Ao contrario da limpeza dos discos de vinil.
- Após guardar o CD na caixa, coloque por cima dele um guardanapo comum, como se fosse um cobertor. A umidade vai para o guardanapo e não para o CD.




Eterno Bob Marley de seu nascimento ate sua morte.


Na pequena ilha caribenha nascia um tal de Bob Marley.
Robert Nesta Marley, nascido a 6 de fevereiro de 1945, no vilarejo de Nine Miles, localizado no município de St.Ann, ao norte da ilha.

A criação desse menino dos olhos brilhantes coube, num primeiro momento à mãe Cedella Marley a ao avô materno, um myalman (curandeiro que pode afastar todos os maus de uma pessoa). Isso porque o pai, um oficial da marinha inglesa resolveu seguir seu caminho e abandonou a mulher assim que Bob nasceu. Bob também nunca fez questão de conhecer o pai.
 O pequeno Marley era dado a travessuras: gostava de cantar e, dizem, tinha o dom da adivinhação – batalhava um trocado lendo as mãos das mulheres da vizinhança.
Quando Bob já tinha 8 anos de idade, Cedella se casou com Toddy Livingstone, já pai de Bunny Livingstone, figura importantíssima na carreira de Bob. Eles se mudaram da pacata Nine Miles para Kingston, capital da Jamaica. Foram morar em TrenchTown, um império de latas, a maior e mais perigosa favela da capital Jamaicana.
Apesar de trabalhar como empregada doméstica, Cedella não media esforços para dar a melhor educação possível ao pequeno Marley, e colocou o filho para estudar em uma das melhores escolas particulares de Kingston. Bob ocupava seu tempo livre com suas 2 paixões, o futebol e a música, criando de maneira peculiar, sucessos do rhythm´n´blues americano.
Aos 14 anos, como todo menino do gueto, começa a trabalhar como aprendiz de soldador para ajudar no orçamento da família. Mais isso durou pouco tempo, Bob sofreu um acidente com o maçarico e decidiu investir de vez na sua carreira de cantor (o sonho de sua vida).


O destino, então, o colocou de frente com o chinês Leslie Kong, empresário que estava investindo pesado em talentos locais e naquilo que viria a se tornar a Reggae Music. Ainda com 14 anos, Bob Marley grava seu primeiro compacto, “Judge Not”. Reza a lenda que Bob Marley passou uma tarde inteira colocando moedas numa jukebox para ouvir sua voz.
Aos 16 anos Bob monta o Wailing Wailers, junto com Bunny Livingstone (que adotaria o nome de Bunny Wailer) e seu vizinho e amigo Winston Hubbert McIntosh(mais conhecido como Peter Tosh). Eles trabalhavam seguindo as tendências do Ska e do rhythm´n´blues americano, o grupo emplaca seu primeiro sucesso ” Simmer Down”, que se tornou o Hino dos moradores de TrenchTown e de topo povo oprimido da capital Jamaicana.
Bob Marley se casa com Rita, então vocalista do grupo feminino The Soulettes em 1966.
Apesar do sucesso iminente a vida na Jamaica não estava fácil, e Bob decidiu ir morar nos Estados Unidos, mais precisamente no estado da Filadélfia, onde sua mãe já estava morando e trabalhando. Bob Marley começa a trabalhar em uma madereira, mas não esquece a mulher e os amigos do gueto, então 7 meses depois da partida ele esta de volta a Jamaica.

A ilha que Bob Marley encontra é totalmente diferente, o pais vive sob o impacto da filosofia rastafari que pregava a volta de todos os negros à África, a negação de todos os prazeres do mundo moderno(chamado de Babilônia).
Tudo isso graças à visita de Ras Tafari Makonnen, que em 1930 se tornou o primeiro imperador negro da África, no pais da Etiópia. Depois de sua coroação Ras Tafari adotou o nome de Hailé Salassié e o título de “Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, Leão conquistador da Tribo de Judá”. Salassié afirmava ser de uma linhagem sagrada: descendida do casamento do rei judeu Salomão com a rainha de Sabá. A família de Davi, pai de Salomão, gerou nada menos que JESUS CRISTO. Os rastas vêem Salassié como o novo Messias, a reencarnação de Jesus Cristo.
A partir dessa visita e da conversão de Bob Marley ao rastafarianismo ele e todos os que acreditavam em Salassié começam a deixar os DreadLocks crescerem. Bob viria a ser o principal pregador da religião rastafari. Sua eterna crença no imperador da Etiópia o transformou no maior símbolo da pregação rasta!.

Em 1976 Hailé Salassié é assassinado por seus próprios soldados, abalado com a morte do profeta Bob Marley compõe e lança em poucas horas o single “Jah Live” sucesso absoluto na ilha. Em meio a esse clima Bob lança também Rastaman Vibrations e o super sucesso “War”(discurso de Hailé Salassié na Organização das Nações Unidas (ONU) que Bob transforma em música.
Em uma visita à Europa Bob Marley é apresentado ao filho do imperador Salassié, o príncipe Asfa Wossen, Bob é presenteado com o anel do imperador, feito com pedaços que pertenciam ao místico anel do rei Salomão. Ainda na Europa Bob machuca o pé em uma partida de futebol, o ferimento se transforma em uma perigosa infecção e os médicos sugerem a Bob Marley a amputação do dedo infeccionado. Bob alega motivos religiosos para não se submeter a cirurgia. A infecção progride e toma forma de um câncer que se alastra por todo o corpo do cantor.


Em 1980 Bob desmaia durante uma corrida no Central Park, em Nova York. O câncer se alastra para o cérebro, pulmões e fígado.
Bob se interna na clinica do Dr. Josef Issels, na Áustria para um tratamento com bases naturalistas. Sem resultados significativos Bob volta à Miami e sem os tão conhecidos DreadLocks, perdidos durante várias sessões de quimioterapia -, ele morre no dia 11 de maio de 1981. Aos 36 anos, Bob é cremado ao lado de um pote de maconha(erva que utilizava em rituais rastafari) e uma Bíblia aberta. Suas cinzas repousam em St. Ann onde o cantor nasceu.



Música: Um pouco de história


Música é a combinação de ritmo, harmonia e melodia, de maneira agradável ao ouvido. No sentido amplo é a organização temporal de sons e silêncios (pausas). No sentido restrito, é a arte de coordenar e transmitir efeitos sonoros, harmoniosos e esteticamente válidos, podendo ser transmitida através da voz ou de instrumentos musicais.
A música é uma manifestação artística e cultural de um povo, em determinada época ou região. A música é um veículo usado para expressar os sentimentos.
Os sons produzem uma sensação física em nós.
Escutar é ser capaz de ir além de o simples ouvir, é captar o sentido dos sons, perceber e compreender sua estrutura, sua forma, seu sentido, é prestar atenção e estar interessado naquilo que está ouvindo. E quanto maior o conhecimento de sons e de música, maior será nossa compreensão.


Pré-História

 A palavra música, do grego mousikê, que quer dizer “arte das musas”, é uma referência à mitologia grega e sua origem não é clara. Muitos acreditam que a música já existia na pré-história e se apresentava com um caráter religioso, ritualístico em agradecimento aos deuses ou como forma de pedidos pela proteção, boa caça, entre outros. Se pensarmos que a dança aparece em pinturas rudimentares da pré-história não é difícil acreditar que a música também fazia parte dessas organizações. Nessa época podemos imaginar que muitos sons produzidos provinham, principalmente, dos movimentos corporais e sons da natureza e, assim como nas artes visuais e na dança, a música começou a ser aprimorada utilizando-se de objetos dos mais diversos. Ainda para refletirmos sobre o assunto e reforçar a teoria sobre a música na pré-história basta lembrarmos-nos da existência de tribos indígenas que mantêm total isolamento das sociedades organizadas e vivem ainda de forma rudimentar (paradas em um período da pré-história) e que possuem rituais envolvendo a música, utilizando a percussão corporal, a voz e objetos primários, básicos desenvolvidos para esse fim.


Antiguidade
Muitos historiadores apontam à música na antiguidade impregnada de sentido ritualístico e como instrumento mais utilizado a voz, pois por meio dela se dava a comunicação e nessa época o sentido da música era esse, comunicar-se com os deuses e com o povo. Observamos que, na Grécia, a música funcionava como uma forma de estarem mais próximos das divindades, um caminho para a perfeição. Nessa época, a música era incorporada à dança e ao teatro, formando uma totalidade, e ao som da lira eram recitados poemas. As tragédias gregas encenadas eram inteiramente cantadas acompanhadas da lira, da cítara e de instrumentos de sopro denominados aulos. Um destaque importante na antiguidade foi Pitágoras, um grande filósofo grego que descobriu as notas e os intervalos musicais.
Já em Roma a música foi influenciada pela música grega, pelos etruscos e pela música ocidental. Os romanos utilizavam a música na guerra para sinalizar ações dos soldados e tropas e também para cantar hinos às vitórias conquistadas, também possuía um papel fundamental na religião e em rituais sagrados, assim como no Egito, onde os egípcios acreditavam na “origem divina” da música, que estava relacionada a culto aos deuses. Geralmente os instrumentos eram tocados por mulheres (chamadas sacerdotisas). Os chineses, além de usarem a música em eventos religiosos e civis tiveram uma percepção mais apurada da música e de como esse refletia sobre o povo chegando a usar a música como “identidade” ou forma de “personalizar” momentos históricos e seus imperadores.

 


Idade Média
Na Idade das Trevas ou Idade Média a Igreja tinha forte influência sobre os costumes e culturas dos povos em toda a Europa. Muitas restrições eram impostas e, por essa razão, observamos o predomínio do canto gregoriano ou cantochão, porém houve um grande desenvolvimento da música mesmo com o direcionamento da igreja nas produções culturais e nessa fase a música popular também merece destaque com o surgimento dos trovadores e menestréis. É importante citar, na Idade Média, Guido d’Arezzo, um monge católico que “criou a pauta de cinco linhas, na qual definiu as alturas das notas e o nome de cada uma (…). Nasciam, assim, os nomes das notas musicais que conhecemos: dó, ré, mi, fá, sol, lá e si.”


Renascimento
Nesse período, na Europa, cresce o interesse pela música profana (que não era religiosa). A música também é trabalhada em várias melodias, porém ainda as melhores composições musicais dessa época foram feitas para as igrejas.


Barroco
A música barroca foi assim designada para delimitar o período da história da música que vai do aparecimento da ópera e do oratório até a morte do compositor, maestro e instrumentista Johann Sebastian Bach. A música barroca foi muito fértil contendo elaborações, brilhantismo e imponência não vistos anteriormente na história da música, fato esse, talvez, devido à oposição aos modos gregorianos até então vigentes. A criação aflorou no período barroco e diversos gêneros musicais foram criados.



Classicismo
Nesse período, a música instrumental passa a ter maior destaque, adquirindo “porte”, elegância e sofisticação. São sons suaves e equilibrados. Nesse período criou-se, ainda, a sonata, e os espetáculos de ópera passam a ter um brilho maior, bem como as orquestras se desenham e passam a ter grande relevância.



Romantismo
Diferente da música no classicismo, que buscava o equilíbrio, no romantismo a música buscava uma liberdade maior da estrutura clássica e uma expressão mais densa e viva, carregada de emoções e sentimentos. Os músicos, nessa fase, se libertam e visa, por meio da música, exprimir toda sua alma.



Música no século XX
Podemos dizer que, esse período, para a música, foi uma verdadeira Revolução. O entusiasmo foi grande, inovações, criações, novidades, tendências, gêneros musicais apareceram. Foi um período rico para a música, impulsionado pela rádio, e pelo surgimento de tecnologias para gravar, reproduzir e distribuir essa arte.
No início do século XX, o interesse por novos sons fez os compositores incorporarem uma grande quantidade de instrumentos e objetos sonoros à música. Compositores como Leroy Andersen, que compôs uma obra para máquina de escrever e orquestra, Hermeto Pascoal que criou músicas com sons produzidos por garrafas, ferramentas, conversas e grunhidos de porcos e Ottorino Respighi, que escreveu uma obra para orquestra e rouxinol intitulada “Pinheiros de Roma”.
Todos os sons podem ser aproveitados em música, pois oferecem muitas possibilidades de enriquecer uma composição.



Ludwig van Beethoven


Ludwig van Beethoven (1770-18270) para criar suas músicas despejava água gelada sobre a cabeça. Garantia que isto estimulava o cérebro. Beethoven era totalmente surdo quando compôs a Nona sinfonia. Ele sofreu perda parcial da audição aos 32 anos e aos 46 não podia ouvir mais nada.


O verdadeiro nome de alguns astros da música:



Cazuza - Agenor de Miranda Araújo Neto
Tina Turner - Ana Mae Bullock
Elton John - Reginald Kenneth Dwight
Lulu Santos - Luís Murício Pragana dos Santos
Bob Dylan - Robert Allan Zimmerman
Billy Idol - William Board
Alice Cooper - Vicent Damon Furnier
David Bowie - David Robert Jones
Lobão - João Luiz Woerdenbag Filho
Bono Vox - Paul David Hewson
Gene Simmons - Chaim Witz
Eminem - Marshall Bruce Mathers III
Slash - Saul Hudson
Queen Latifah - Dana Elaine Owens
Freddie Mercury - Farrokh Bulsara
Iggy Pop - James Newell Osterberg
Ozzy Osbourne - John Michael Osbourne
Kid Cudi - Scott Ramon Seguro Mescudi
Mano Brown - Pedro Paulo Soares Pereira
Nina Hagen - Catharina Ragen
Pato Banton - Patrick Murray
Jeff Beck - Geoffrey Arnold Beck
Renato Russo - Renato Manfredini Junior
Bob Marley - Robert Nesta Marley
Lady Gaga - Stefani Joanne Angelina Germanotta
Ringo Starr - Richard Starkey Junior
Axl Rose - Willian Bruce Rose Junior, e mudou para Willian Bruce Bailey
Boy George - George Alan O´Dowd
  

Confira alguns álbuns mais vendidos em todos os tempos:


Michael Jackson – Thriller-Epic – 1983
Eagles – Their Greatest Hits 1971-1975-Asylum – 1976
Led Zeppelin – Led Zeppelin IV-Atlantic – 1971
Pink Floyd – The Dark Side Of The Moon-Harvest – 1973
Fleetwood Mac – Rumours-Warner Bros. – 1977
Beatles – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band-Parlophone / Capitol  1967
AC/DC – Back In Black-Atlantic – 1980
Soundtrack – Saturday Night Fever-RSO – 1978
Shania Twain – Come On Over-Mercury – 1997
Alanis Morissette – Jagged Little Pill-Maverick / Sire – 1995
Eagles – Hotel California-Asylum – 1976
Soundtrack – The Bodyguard-Arista – 1992
Beatles – Abbey Road-Apple – 1969
Meat Loaf – Bat Out Of Hell-Epic – 1978
Beatles – 1-Apple – 2000
Guns’n Roses – Appetite For Destruction-Geffen – 1988
U2 – The Joshua Tree-Island – 1987
Metallica – Metallica-Elektra / Vertigo – 1991
Pink Floyd – The Wall-Columbia – 1979
Santana – Supernatural-Arista – 1999
Bee Gees -  Saturday Night Fever Soundtrack (1977)
Whitney Houston -  The Bodyguard Soundtrack (1992)
Olivia Newton Hohn & John Travolta -  Grease Soundtrack (1978)
Whitney Houston -  The Bodyguard Soundtrack (1992)





terça-feira, 11 de junho de 2013

GÊNEROS E ESTILOS MUSICAIS


Estilo no mundo musical está relacionado a uma série de escolhas musicais feitas pelos músicos, arranjadores e condutores. Dentro dessas escolhas pessoais estão variações de ritmo, modos de escolher ou dedilhar cordas, melodia, humor e dinâmicas. O estilo engloba um senso de individualismo e personalidade na música e faz com que certos músicos, compositores e maestros sejam reconhecidos sem que seus nomes sejam pronunciados. Na era moderna, o estilo também está relacionado à maneira como a música é vendida.


Subgênero

Sem dúvidas, subgênero é onde estilo e gênero se entrelaçam e onde as diferenças entre esses dois termos tornam-se difíceis de distinguir. Gêneros são subcategorizados para distinguir diferenças regionais e variações de temas líricos. Por exemplo, o hip-hop é um termo coletivo para a música que é composta por um rapper (ou MC) cantando por cima de uma batida produzida. No entanto, o gangs da rap é um subgênero do hip-hop, porque o conteúdo lírico e estilo musical são específicos para uma variedade de artistas e de certas regiões geográficas. Pode-se discutir que ao dar um nome próprio ou apelido a um subgênero, ele se torna específico para certos tipos de música e para certas audiências.


Utilidade de gênero

A categorização da música em gênero é discutível, pois muitos artistas gostam de alternar entre variados gêneros em vez de ficar em um só. Por exemplo, os Beastie Boys começaram sua carreira como uma banda punk antes de produzir vários álbuns de hip-hop, sendo que em alguns deles há soul e funk. Eles também produziram músicas inspiradas por artistas franceses como Serge Gainsbourg. Além disso, a música clássica é considerada um gênero, mas como ela possui centenas de anos, o termo é vago e inútil para aqueles que procuram encontrar um tipo específico de música clássica.

Blues (Estados Unidos)

Modalidade vocal e instrumental, surgida no século XIX, cujas raízes se encontram nos cantos religiosos (spirituals) dos escravos africanos vindos para trabalhar na América. Exerceu influência em diversos outros estilos musicais como ragtime e jazz.
Blues se tornou conhecido após a guerra civil, que foi quando sua essência passou a ser como um meio de descrever o estado de espírito da população afro-americana.
Alguns clássicos “bluezeiros”, são pessoas como: Muddy Waters, W. C. Handy, Little Walter, Big Joe Williams, Chuck.

 Rock and roll (Estados Unidos)

Estilo musical surgido nos Estados Unidos na década de 1950 e que se disseminou rapidamente por todo o mundo, sendo hoje talvez o gênero mais popular internacionalmente. Caracteriza-se por um ritmo dançante com acompanhamento de guitarra elétrica e bateria.
Do rock’n roll, surgiram estilos como o Rock, metal, pop rock, punk, hard rock, rock progressivo e vários outros.
O nome Rock’n Roll surgiu durante a guerra do Vietnã, o termo “Rock and Roll” se referia ao disparo com uma arma automática (geralmente o fuzil M-16), empunhando a arma no quadril como uma guitarra. Era muitas vezes utilizado o termo “Let’s Rock and Roll”.

Country Music (Estados Unidos)

Gênero musical surgido no século XIX muito influenciado pelo estilo trazido pelos colonizadores ingleses (canções e baladas celtas, por exemplo) além da própria folk music americana e do blues.


Disco (Estados Unidos)
Gênero musical surgido no início dos anos 70 e próprio para ser tocado em discotecas. Influenciado pelo funk, soul music e salsa.


Funk (Estados Unidos)

Estilo de música negra norte-americana surgida nos anos 60 e fortemente influenciada pelo soul music.
Funk era um adjetivo típico da língua inglesa para descrever estas qualidades. Nas jam sessions, os músicos costumavam encorajar outros a “apimentar” mais as músicas, dizendo: Now, put some stink (stink/funk) on it!”(algo como “coloque mais ‘funk’ nisso!”)

 Gospel  (Estados Unidos)

Gênero musical religioso surgido na comunidade negra norte-americana que teve como origem o estilo denominado “spiritual” acrescido de acompanhamento instrumental 
(obs. o spiritual era basicamente um canto com batidas de palmas). O gospel foi também influenciado pelo blues.


Hip Hop (Estados Unidos)
Surgido na Jamaica foi levado para as festas das comunidades negras de New York nos anos 70.
A música hip hop não deve ser confundida com o rap (rhythm and poetry), pois este tem estrutura divergente da música hip hop em vários pontos, apesar de terem pontos em comum. Existem rappers Eminem e Racionais MC’s, assim como existem músicos de hip hop que não fazem rap. A premiação da MTV americana, o Vídeo Music Awards, por exemplo, conta com duas categorias distintas: uma para melhor clipe de rap e outra para melhor clip de hip hop.
No Brasil, o movimento hip-hop foi adotado, sobretudo, pelos jovens negros e pobres de cidades grandes, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Curitiba, como forma de discussão e protesto contra o preconceito racial, a miséria e a exclusão. Como movimento cultural, o hip-hop tem servido como ferramenta de integração social e mesmo de re-socialização de jovens das periferias no sentido de romper com essa realidade.


Jazz (Estados Unidos)

Gênero musical fortemente influenciado pelos estilos afro-americanos como blues e ragtime e que surgiu no fim do século XIX no sul dos Estados Unidos (New Orleans), ganhando notoriedade mundial a partir da década de 1920.
O Jazz se desenvolveu com a mistura de várias tradições musicais, em particular a afro-americana. Esta nova forma de se fazer música incorporava blue notes, chamada e resposta, forma sincopada, polirritmia, improvisação e notas com swing do ragtime. Os instrumentos musicais básicos para o Jazz são aqueles usados em bandas marciais e bandas de dança: metais, palhetas e baterias. No entanto, o Jazz, em suas várias formas, aceita praticamente todo tipo de instrumento.


Soul Music (Estados Unidos)

Gênero musical surgido nos Estados Unidos no final dos anos 50, tendo como origem uma combinação de blues e gospel.


Choro ou Chorinho (Brasil)

Gênero de música popular urbana, de ritmo alegre e agitado, originário do Rio de Janeiro, provavelmente na década de 1870, cuja formação hoje compreende um bandolim, um ou dois violões de seis cordas e outro de sete cordas, um cavaquinho, um pandeiro e, eventualmente, um ou mais instrumentos de sopro.


Bossa Nova (Brasil)

Estilo musical com influência do jazz, iniciado por volta de 1958 no Rio de Janeiro, que introduziu invenções melódicas no samba urbano.
Alguns críticos musicais destacam a grande influência que a cultura americana do Pós-Guerra, de músicos como Stan Kenton, combinada ao impressionismo erudito, de Debussy e Ravel, teve na bossa nova, especialmente do cool jazz e bebop. Além disso, havia um fundamental inconformismo com o formato musical de época. Os cantores Dick Farney e Lúcio Alves, que fizeram sucesso nos anos da década de 1950 com um jeito suave e minimalista (em oposição a cantores de grande potência sonora) também são considerados influências positivas sobre os garotos que fizeram a Bossa Nova.

Forró (Brasil)

Gênero musical e dança muito popular no Nordeste. Na verdade, o forró é uma mistura de vários estilos folclóricos e populares como o baião, coco, quadrilha, xaxado e xote.


Modinha (Brasil)

Variedade de canção tradicional urbana portuguesa e brasileira, surgida no século XVIII com temática inicialmente espirituosa e depois amorosa. Sofreu processo de popularização de meados do século XIX em diante, acompanhada, então, especialmente por violão.


Jovem Guarda (Brasil)

Jovem Guarda foi um movimento surgido na segunda metade da década de 60, que mesclava música, comportamento e moda. Surgiu com um programa televisivobrasileiro exibido pela Rede Record a partir de 1965.  Ao contrário de muitos movimentos que surgiram na mesma época, a Jovem Guarda não possuía cunho político.

MPB (Brasil)

Sigla surgida após o movimento da Bossa Nova para designar a Música Popular Brasileira, não sendo um gênero musical propriamente dito.


Axé Music (Brasil)

Gênero musical dançante criado na Bahia na década de 80 a partir de diversos estilos musicais como o reggae, o frevo, a salsa, o merengue, etc.

 Rock Brasileiro (Rock Nacional)

Estilo derivado do rock e que teve muita força nos anos 80 e 90.


Samba (Brasil)

Mais importante gênero de música popular brasileira. Surgido, possivelmente na Bahia, como dança de roda, ganhou novas formas, a partir do início do século XX, no Rio de Janeiro. O samba possui raízes africanas (lundu), havendo diversos subgêneros como: samba-canção, samba-de-breque, samba-enredo, partido alto, samba-de-roda, pagode, entre outros.


Sertanejo (Brasil)

Gênero musical derivado das chamadas músicas caipiras e das modas de viola. Nas últimas décadas surgiram as famosas “duplas sertanejas” extremamente populares no Centro-Oeste e no interior de São Paulo.


Bolero (America Latina)

Gênero musical e dança originada na Espanha e que se disseminou pela América a partir de Cuba e, principalmente, México. Foi um tipo de canção romântica muito popular na década de 1950.


Calipso (America Latina)

Gênero musical e dança de influência africana surgidos nas ilhas coloniais inglesas do Caribe, no começo do século XX.


Mambo (América Latina)

Estilo musical e dança desenvolvida em Cuba na década de 1930 com base na rumba.


Merengue (América Latina)

Gênero musical e dança, surgidos na República Dominicana, na década de 1920. Exerceu grande influência na salsa.


Reggae (América Latina)

Gênero musical desenvolvido na Jamaica a partir dos anos 60. Sofreu influência de estilos musicais africanos, caribenhos e do próprio blues norte-americano. Estilo de música muito associado ao movimento rastafári.


Rumba (América Latina)

Estilo musical surgido em Cuba no final do século XIX, tendo sido fortemente influenciado por ritmos africanos trazidos por escravos.


 Salsa (América Latina)

Gênero de música desenvolvido na década de 1960 em Nova York por imigrantes cubanos e porto-riquenhos.


Tango (América Latina)

Gênero de música e dança originada na Argentina no final do século XIX.


Dance Music (Internacional)

Estilo de música para pistas de dança e festas.


Eletronic Music (Internacional)

Música desenvolvida com o auxílio de aparelhos eletrônicos como computadores, sintetizadores. Modalidades: techno music; acid music.


New Age (Internacional)

Música, principalmente instrumental, voltada para criar um ambiente de relaxamento e meditação, surgida no início dos anos 80



Heavy Metal (Estados Unidos e Inglaterra)

O heavy metal (muitas vezes referido apenas como metal) é um gênero do rock que se desenvolveu no final da década de 1960 e no início da década de 1970, em grande parte, na Inglaterra e nos Estados Unidos. Tendo como raízes o blues-rock e o rock psicodélico, as bandas que criaram o gênero desenvolveram um espesso, maciço som, caracterizada por altas distorções amplificadas, prolongados solos de guitarra e batidas enfáticas. O Allmusic afirma que "de todos os formatos do rock 'n' roll, o heavy metal é a forma mais extrema, em termos de volume, machismo, e teatralidade".
As primeiras bandas de heavy metal como Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple atraíam grandes audiências, um atributo comum em toda a história do gênero. Em meados da década de 1970, o Judas Priest ajudou a impulsionar a evolução do gênero suprimindo muito da influência do blues presente na primeira geração do metal britânico; o Motörhead introduziu agressividade e fúria nos vocais, influência do punk rock, e uma crescente ênfase na velocidade. Bandas do "New Wave of British Heavy Metal" como Iron Maiden seguiram a mesma linha. Antes do final da década, o heavy metal tinha atraído uma sequência de fãs no mundo inteiro conhecido como "metalheads" ou "headbangers" e também como "metaleiros", embora dentro do universo ou subcultura do heavy metal o termo seja considerado bastante pejorativo e repudiado pela maioria dos apreciadores do gênero.




Psy Trance (Israel)

Trance psicodélicoou psicodélico é uma forma de música eletrônica desenvolvida no fim dos anos 1980 em Israel a partir do Goa trance (da Índia , Goa). Este estilo tem uma batida rápida, entre 135 e 165 batidas por minuto (bpm), além da batida forte de kick, num compasso 4x4, que algumas vezes difere da batida do techno por ter um alcance de freqüência um pouco mais alto além dos sons graves. O Goa trance original geralmente era feito com sintetizadores modulares e samplers de hardware, mas a preferência no trance psicodélico se direcionou para a manipulação de samples e armazenamento em programas de sampleamento VST e AU. O uso de sintetizadores analógicos para a síntese sonora deu lugar aos instrumentos "analógicos virtuais" digitais como o Nord Lead, Access Virus, Korg MS-2000, Roland JP-8000 e os plugins de computador VST e AU como o Native Instruments Reaktor. Esses geralmente controlados por um sequenciador MIDI dentro de um programa de Digital Audio Workstation(DAW). O trance psicodélico é freqüentemente tocado em festivais ao ar livre(longe de grandes centros urbanos), que podem. durar vários dias, com a música tocando 24 horas por dia.



Rap (Estados Unidos)

Rap (em inglês conhecido como emceeing) é um discurso rítmico com rimas e poesias, que surgiu no final do século XX entre as comunidades negras dos Estados Unidos. É um dos cinco pilares fundamentais da cultura hip hop, de modo que se chame metonimicamente (e de forma imprecisa) hip hop.
Pode ser interpretado a capella bem como com um som musical de fundo, chamado beatbox. Os cantores de rap são conhecidos como rappers ou MCs, abreviatura p

aramestre de cerimônias.


Música Clássica

 Música clássica ou música erudita é o nome dado à principal variedade de música produzida ou enraizada nas tradições da música secular e litúrgica ocidental, que abrange um período amplo que vai aproximadamente do século IX até o presente, e segue cânones preestabelecidos no decorrer da história da música. As normas centrais desta tradição foram codificadas entre 1550 e 1900, intervalo de tempo conhecido como o período da prática comum.
Segundo o Dicionário Grove de Música, música erudita é música que é fruto da erudição e não das práticas folclóricas e populares. O termo é aplicado a toda uma variedade de músicas de diferentes culturas, e que é usado para indicar qualquer música que não pertença às tradições folclóricas ou populares.


Pop (Estados Unidos)

Música pop (Abreviatura da palavra Popular) é um gênero musical que não apresenta um ritmo específico, mas um sistema de valores que envolve espetáculo no palco, moda visual e empatia entre o público juvenil. É um tipo de música que alcança um alto número de vendas e/ou execuções. A música pop tem como marca a apreciação por parte de todo tipo de público. Os artistas que se dedicam a compor canções no estilo pop têm como principal objetivo a sua audiência e o seu sucesso comercial, muitas vezes cantando 




Lambada (Brasil)

Fenômeno comercial de 1989, apesar de já existir anteriormente. Surgiu da fusão de ritmos caribenhos, como o merengue, com o forró e o carimbó brasileiros. Trouxe novo fôlego para a dança de salão brasileira ao chamar a atenção dos jovens pelo seu caráter sensual. Saindo de moda rapidamente, a dança lambada sobrevive atualmente sendo dançada ao som de zouk, música árabe e música cigana, além do próprio gênero musical lambada.




Tropicalismo (Brasil)


O tropicalismo une elementos da cultura pop e da cultura de elite, além de fazer uso muitas vezes de um discurso politicamente engajado e de protesto contra a ditadura militar. Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Maria Bethânia, Os Mutantes são alguns de seus representantes musicais.



Baião, xote e xaxado (Brasil)

O baião, segundo o folclorista Câmara Cascudo, associa os termos "baiano" e "rojão", pequenos trechos musicais executados por viola, no intervalo dos desafios entre os cantadores de improviso. Mas o gênero consagrou-se e ganhou novas características quando o sanfoneiro pernambucano Luiz Gonzaga ) popularizou-o através do rádio em todo o Brasil. É este o ritmo que predomina hoje nos forrós.

O xote é um ritmo mais lento, para se dançar a dois, de origem alemã, mas que se radicou no Nordeste e mistura os passos de valsa e de polca. Quanto ao xaxado, originalmente, era uma dança exclusivamente masculina, executada pelos cangaceiros, sem acompanhamento instrumental para o canto, com o ritmo marcado pela coronha dos rifles, batidos no chão. O nome xaxado deve ser uma onomatopeia do xá-xá-xá que faziam as alpercatas de couro ao se arrastarem no chão. A dança, difundida por Lampião e seu bando, dispensava a presença feminina. Segundo Luiz Gonzaga, "nessa dança, a dama é o rifle".








Pagode (Brasil)
Hoje é a forma de samba que se difunde entre as periferias dos centros urbanos do Brasil, surgida nos anos 80 com a introdução de três novos instrumentos, o banjo, o tantan e o repique de mão. Usualmente é cantado por uma pessoa acompanhada por cavaquinho, violão e pelo menos por um pandeiro. As letras são descontraídas, falam normalmente de amor ou qualquer situação engraçada. Quase sempre as letras não tem grande expressão, sendo a maior preocupação a aliteração do que o conteúdo.
Artistas famosos: Raça Negra, Molejo, Exaltasamba, Araketo, Jeito Moleque

Samba Rock (BRasil)

 Fim da década de 60, começo da de 70, surgia um novo gênero musical que revolucionaria o cenário da música nacional da época. O Samba-Rock começou na verdade, como uma dança, nos bailes da periferia de São Paulo. A dança consistia em combinações de samba de gafieira com passos de rock, dançada ao som de um ou de outro.
Como gênero musical o Samba-Rock surgiu mais tarde, mais precisamente em 1978, com o lançamento do disco “Samba Rock o Som dos Black’s”, um disco de coletânea das musicas que começaram a ser criadas nos bailes desde o fim da década de 60, e que até então eram difíceis de serem encontradas e não eram divulgadas. Embora tenham sido gravadas musicas desse gênero musical antes desse disco, foi a partir dele que o gênero se consolidou.
Misturando guitarras elétricas com instrumentos de samba vários artistas se destacaram, entre eles, Jackson do Pandeiro, um dos precursores do Samba-Rock, Jorge Bem entre outros.
Em meados da década de 80 e na década de 90, o Samba-Rock ficou fora do cenário nacional, dominado pelas bandas de rock. A partir de 2000 o gênero voltou ao cenário musical nacional, com as bandas Funk como le gusta e mais recentemente com a Banda Sambô.


Fado

O fado  é um gênero musical muito conhecido em Portugal; normalmente somente um fadista o canta, ao som da guitarra clássica, mais conhecida neste ambiente como viola, e da guitarra portuguesa. Esta expressão que lhe dá nome provém do latim ‘fatum’, que pode ser traduzido como ‘destino’.



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